sexta-feira, 15 de julho de 2016

Salvat: 5 Quadrinhos indispensáveis.





1-Marvels. Kurt Busiek e Alex Ross.
Publicada originalmente em 1994, Marvels apresenta os grandes momentos do universo Marvel sob o ponto de vista de um simples humano, o fotojornalista Phil Sheldon. O grande diferencial do quadrinho é, obviamente, a arte pintada de Alex Ross. Mas o roteiro de Busiek não desmerece a obra, ao contrário, a eleva. Marvels é um daqueles casos em que roteiro e arte se complementam de uma forma perfeita, ambos são extremamente realistas, a proposta da história é exatamente essa: como seria a vida das pessoas se os heróis realmente existissem? Os desenhos de Ross são estáticos, sem absolutamente nenhum movimento, o que poderia ser um defeito, afinal, é função do desenhista passar a sensação de movimento para o leitor, porém essa característica da arte casa perfeitamente com a proposta do quadrinho e faz uma alusão (numa leitura um pouco exagerada, talvez) ao emprego de fotógrafo do protagonista. Enfim, é uma fabulosa homenagem aos quadrinhos e a Marvel Comics.    





2-Arma X. Barry Windsor-Smith
Acho que todo personagem de quadrinhos tem (ou deveria ter) seu “cavaleiro das trevas”, sua magnum opus. E Arma X é o melhor quadrinho do Wolverine, na minha humilde opinião de merda. Arte e roteiro são da autoria de Barry Windsor-Smith (Conan). Não é uma hq de fácil leitura. Arma x é bastante denso, detalhista e com um ritmo no mínimo “diferente”, porém, no fim é bastante recompensador.















3-A queda de Mudock. Frank Miller e David Mazzuchelli

Grande clássico do homem sem medo, basta dizer que é Frank Miller no auge.



















4- Supremos. Mark Millar e Bryan Hicth

Supremos tem as principais qualidades do quadrinho de super-heróis moderno: diálogos afiados, um roteiro ágil e uma “pegada” mais séria e realista. Esse é o grande charme de Supremos, é crível e grandioso. 

















5- Guerra Civil. Mark Millar e Steve Mcniven 
Depois de alguns acontecimentos trágicos com um grupo de super-heróis e um colégio infantil, o governo decide tomar medidas drásticas e aprova uma lei que define que todos com poderes devem se registrar. Ocorre uma divisão entre os heróis: o grupo liderado pelo Homem de Ferro é a favor do registro e o outro grupo, liderado pelo Capitão América, é contra o registro. Uma saga extremamente interessante, e está na moda devido ao filme que ainda vai estrear. O diferencial da hq é que não há um vilão, mas apenas dois pontos de vista diferentes, e cada leitor decide qual lado está com a “razão”. Que obviamente é o do homem de ferro.  








Obs: Obviamente muitos quadrinhos ficaram de fora, a lista de publicação é gigante.



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